Em certa altura das nossas vidas deparamo-nos com pessoas que vêm em nós algo que não somos. E pior, nunca o demonstramos sequer. Já me apareceram pessoas dessas. Eu, que sou uma santa, não sou tarada, não sou porca, e vão, logo a mim, chamar-me puta? Vaca?
Primeiro, eu não sou puta. Mas quem me dera! Teria pauzinho todos os dias, e sou atraente o suficiente para levantar seja qual for.
Segundo, eu não sou vaca. Tenho 55kg e 1,63m.
Já disse há uns dias que se deve ser puta, na cama! Os homens gostam delas selvagens. Gostam de loucura, e as mulheres depois de experimentarem ainda gostam mais.
Agora senhoras (es) que me chamam puta, vaca etc, espero que sejam selvagens com a vossa cara-metade na cama, senão não se safam, depois admiram-se dos chicotes, vibradores, dildos e etc, que aparecem em casa.
Eles começam a gostar das mulheres com curvas, que não sejam ossos. Eles começam a gostar das mulheres provocadoras, e capazes de os levar ao céu com um simples: "Nem fazes ideia do que te fazia!"
Portanto e para terminar, pessoas fofas que me chamam nomes porque pensam que me ofendem com isso, vão enfiar um caralhinho no cu, (ou não) vão fazer sexo meiguinho, vão discutir, whatever ... Desde que não me venham chatear a mim com merdas que não fazem sentido nenhum na minha pessoa.
(ainda não me viram na cama com ninguém, não sabem como é que eu sou com eles...Eles gostam normalmente)
Agora, e porque é isto que me apetece quando penso em vossas excelências,
Adeus e bom proveito!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Gostos... Estupidos
Isto começou com uma brincadeira. Ri-me até não puder mais. Gozei, gozei, e gozei mais.
"ah e tal, só ouves música de merda, coisas chinocas..."
"Isto parece a música da barbie girl!"
"Tu és homem, não tens idade para ouvir isto"
E por ai fora... Mas afinal, o feitiço virou-se contra o feiticeiro... Eu agora não a tiro da cabeça.
Ladies and Gentlemans...
E estou viciada...
"ah e tal, só ouves música de merda, coisas chinocas..."
"Isto parece a música da barbie girl!"
"Tu és homem, não tens idade para ouvir isto"
E por ai fora... Mas afinal, o feitiço virou-se contra o feiticeiro... Eu agora não a tiro da cabeça.
Ladies and Gentlemans...
E estou viciada...
sexta-feira, 4 de março de 2011
Como a paixão toma conta de nós...
Adolescentes. Carentes. Palavras que rimam e muitas vezes são verdade. Crescemos com histórias do príncipe encantado que vem num cavalo branco para nos dizer o quanto nos ama e admira, embora nos tenha visto uma única vez.
Eu não fui excepção. Ainda hoje sonho e imagino um apaixonado dos tempos modernos, com um certo cavalheirismo, a me vir bater à porta, de joelhos e com um anel na mão para mim. Coisas demasiado românticas para os homens de hoje, digo eu.
Há dias sonhei com um amigo. Já namorámos é verdade. Nunca resultou apesar das tentativas. Havia sempre algo que nos afastava. As pessoas, o tempo, os sentimentos confusos. Mas sonhei com ele.
É verdade que quem o conhece nunca se poderá queixar que ele não é um cavalheiro. Um gentleman mesmo. A mulher sempre primeiro, a porta aberta para nos deixar entrar, as ajudas em situações de "perigo".
Vi-o numa festa. Estava rodeado de pessoas mas no entanto tinha um olhar triste. De repente, virou-se para o melhor amigo e disse que se ia embora. Ele perplexo ficou ainda a barafustar enquanto ele saía. Tempos depois veio-me bater à porta com um anel na mão e a declaração de amor mais bonita de todos os tempos.
Depois acordei. Não sabia o que pensar. Dei-me a pensar como já fui apaixonada por ele. Talvez mesmo viciada. O típico sentimento de pura aflição constante. O coração bater mais rápido quando se aproximava, o vazio que ficou quando tudo teve um fim, o sentimento de raiva falsa quando tudo corria mal.
Nunca o poderei culpar de me ter feito infeliz, porque seria mentira. Ele fez-me feliz, e ainda faz. Faz-me sentir feliz e protegida sabendo que tenho para a vida um dos melhores amigos do mundo. O amigo que posso chegar perto a chorar e ele vai-me abraçar de imediato sem perguntar nada. O amigo que se ri de mim quando me acontece algo de mais estúpido. O amigo que me chama à razão. O amigo com o qual sorrir não tem de ser algo forçado. É aliás, bastante natural.
Fui apaixonada, Odiei-o, e hoje, depois de algum tempo, adoro-o. Porque nas pessoas mais improváveis, encontramos o nosso espelho.
Eu não fui excepção. Ainda hoje sonho e imagino um apaixonado dos tempos modernos, com um certo cavalheirismo, a me vir bater à porta, de joelhos e com um anel na mão para mim. Coisas demasiado românticas para os homens de hoje, digo eu.
Há dias sonhei com um amigo. Já namorámos é verdade. Nunca resultou apesar das tentativas. Havia sempre algo que nos afastava. As pessoas, o tempo, os sentimentos confusos. Mas sonhei com ele.
É verdade que quem o conhece nunca se poderá queixar que ele não é um cavalheiro. Um gentleman mesmo. A mulher sempre primeiro, a porta aberta para nos deixar entrar, as ajudas em situações de "perigo".
Vi-o numa festa. Estava rodeado de pessoas mas no entanto tinha um olhar triste. De repente, virou-se para o melhor amigo e disse que se ia embora. Ele perplexo ficou ainda a barafustar enquanto ele saía. Tempos depois veio-me bater à porta com um anel na mão e a declaração de amor mais bonita de todos os tempos.
Depois acordei. Não sabia o que pensar. Dei-me a pensar como já fui apaixonada por ele. Talvez mesmo viciada. O típico sentimento de pura aflição constante. O coração bater mais rápido quando se aproximava, o vazio que ficou quando tudo teve um fim, o sentimento de raiva falsa quando tudo corria mal.
Nunca o poderei culpar de me ter feito infeliz, porque seria mentira. Ele fez-me feliz, e ainda faz. Faz-me sentir feliz e protegida sabendo que tenho para a vida um dos melhores amigos do mundo. O amigo que posso chegar perto a chorar e ele vai-me abraçar de imediato sem perguntar nada. O amigo que se ri de mim quando me acontece algo de mais estúpido. O amigo que me chama à razão. O amigo com o qual sorrir não tem de ser algo forçado. É aliás, bastante natural.
Fui apaixonada, Odiei-o, e hoje, depois de algum tempo, adoro-o. Porque nas pessoas mais improváveis, encontramos o nosso espelho.
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